terça-feira, 31 de outubro de 2017
Capibaribe in Rock 2017 - 20 Anos
Programação Oficial
Sábado, 18/11
Auditório da UESCC, 20hs
. Exposições
. Projeções Visuais e Exibição de Curtas
. Bazar Chá da BB
Shows, 21hs
Erik Dener & Trejeitos Blues Band (SCCapibaribe)
Soft Verb (Surubim)
Le Freak (SCCapibaribe)
Beth Morfina (SCCapibaribe)
Domingo, 20/11
Auditório da UESCC, 11hs
. Exposições
. Debates
. Projeções Visuais e Exibição de Curtas
. Bazar Chá da BB
Shows, 15hs
Batuque Risoflora (SCCapibaribe)
Humberto Moura (SCCapibaribe)
OS Aquamans (Surubim)
Le Chapas (SCCapibaribe)
Calibre 765 (SCCapibaribe)
Alberto Grilo (SCCapibaribe)
Hanagorik (Surubim)
70mg (Caruaru)
terça-feira, 8 de agosto de 2017
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
ENTREVISTA: LE FREAK (STA CRUZ DO CAPIBARIBE - PE)
Talvez a atração mais
tradicional do Capibaribe in Rock, a Le Freak faz parte do seleto grupo de
bandas seminais da cena alternativa de Santa Cruz do Capibaribe, com membros
que fizeram ou ainda fazem parte de outras bandas que igualmente ajudaram a
construir e manter a chama dos projetos independentes no interior do estado. Cheios de novidades e prometendo, como sempre, um show cheio
de energia para público nenhum botar defeito, o blog bateu um papo com os
caras pra saber das boas novas da banda.
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| FOTO: LE FREAK/DIVULGAÇÃO |
CIR - Esse ano a Le
Freak tem tocado bastante no eixo de cidades do interior e capital. Como tem
sido tocar em tantos lugares e como tem sido a recepção do público?
Charles: Tem sido uma
grande experiência tanto de palco como na receptividade do público. Há alguns
anos nosso estilo de som ainda encontrava alguma resistência no interior, mas
agora vemos que isso tem reduzido bastante e a galera tem curtido e isso é
muito massa.
CIR - Juntamente com a
Calibre, o show de vocês é um dos mais tradicionais do Capibaribe in Rock, bem
como um dos mais lotados e aguardados do festival. Ainda rola um frio na
barriga de subir ao palco todo ano?
Charles: Tocar no CIR é
sempre um prazer mas também uma grande responsabilidade, pois sem dúvida é um
dos maiores festivais de rock do estado, não à toa ocorre a tanto tempo, nem
shows tradicionais da capital como o Abril pro Rock ou PE no Rock resistiram ao
longo dos anos. Ao subir no palco dá aquele frio na barriga sempre, mas ao
surgir o som da primeira microfonia que faz parte de nossa sonoridade, todos os
integrantes relaxam e curtem o momento até
o final do show.
CIR - A banda lançou
material novo em 2015. Rola material novo brevemente?
Betto: Estamos passando
por uma nova fase de criação, e assim a nossa ideia é que após os compromissos
desse ano (a banda ainda toca no dia 04/12, no Surubim Rock Fest) vamos dar uma
pausa nos shows para finalizarmos algumas canções que já estão pré-produzidas e
outras que ainda são rascunhos. Todas são bem no estilo da banda, ou seja,
canções enérgicas e com a sonoridade típica da Le Freak: muito barulho!
CIR - Com tantos anos
de estrada, como vocês enxergam o crescimento e cada vez mais união de outras
cidades do interior na manutenção das cenas alternativas dessa região?
Charles: Enxergamos
tudo com muita felicidade e isso nos dá mais energia pra seguir em frente. Ao
longo desse caminho sempre surgiram momento difíceis em questão de apoio do
poder público e as vezes da iniciativa privada pra organizar o evento, mas
principalmente Betto com muita coragem segurou a barra e continuou realizando o
evento na marra. Mais bandas surgindo e agregando muitas coisas ao evento, uma
galera nova surgindo e com vontade de colocar as coisas pra frente tanto aqui
como em outras cidades vai contribuindo para essa troca de experiências e as
coisas vão rolando com mais naturalidade.
CIR
- E esse ano, o que a Le Freak está preparando para o Capibaribe in Rock?
Charles: Esse ano,
tocaremos mais uma vez em casa, e estamos muito felizes pois juntamente com
bandas como Vamoz!, Explosives e Diablo Angel, tocaremos com bandas com
sonoridade que bebem na mesma fonte de influência e fazem um som parecido com o
nosso, então a empolgação para microfonia e efeitos sonoros durante o show
estão programadas. Preparem os ouvidos! (risos). Sem contar que
a cada passo que damos nos encontramos mais como banda e o som vai ficando cada
vez mais como queremos, então para esse show as expectativas são ótimas.
Esperamos todos lá no evento.
Entrevista: Priscila Moura
ASCOM Capibaribe in Rock
Marcadores:
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quarta-feira, 16 de novembro de 2016
ENTREVISTA: PROJETO IMPAR (STA CRUZ DO CAPIBARIBE - PE)
Vindos do sudeste do
país, o Projeto Impar é um grupo de rap que vem conquistando cada vez mais
espaço na nossa região. Com dois álbuns de estúdio gravados, o grupo vem com
tudo para o Capibaribe in Rock e promete alavancar a atenção do público com
boas letras e rimas. Conversamos com o Jonathan MC, que nos contou um pouco
mais sobre o projeto.
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| FOTO: DIVULGAÇÃO |
CIR - Como surgiu o
Projeto Impar?
Jonathan MC: O Projeto
Impar foi formado em 2010 no estado de São Paulo. Em sua primeira formação (Mc
Jns , Kbral e Dj Raffa) lançou seu primeiro CD “Do Brasil ao Oriente”.
Atualmente no estado de Pernambuco, o Projeto Impar é formado por Mc Jns e
Jonathan Mc. Nessa formação o grupo lançou seu segundo CD, “Da Lama Ao Diamante”,
no ano passado e atualmente estamos em estúdio gravando um novo CD, que será
chamado de “Mil Grau” e com previsão de lançamento para o segundo semestre de
2017.
CIR - Quais são as
principais influências de vocês?
Jonathan MC: As
influências vêm desde Notorious Big à clássicos da música popular brasileira,
como Tim Maia, Nelson Gonçalves, entre outros. Ela vem de várias formas, estilos
musicais, pessoas, filmes, livros, nosso cotidiano, tudo que temos acesso na
vida. Tudo isso serve de fonte de inspiração para compor.
CIR - De onde veio a ideia de trabalhar com estilos como o rap ostentação?
Jonathan MC: Nosso rap não
se resume só em ostentação. Falamos de diversos assuntos, sobre o que vivemos,
pensamos, desejamos, reflexão sobre a vida, amor e muito mais.
CIR - Como vocês
enxergam o cenário do rap/hip-hop em Santa Cruz do Capibaribe?
Jonathan MC: É um cenário
que aos poucos está crescendo e conquistando o seu espaço e o Projeto Impar vem
trabalhando com qualidade para ajudar a crescer ainda mais.
CIR - Qual a expectativa de vocês para o Capibaribe in Rock?
Jonathan MC: São as melhores! Participar
de um grande evento de rock como único grupo de rap é muito satisfatório. Esperamos
fazer uma boa apresentação e que a galera goste.
Entrevista: Jorge Luis
Edição/Revisão: Priscila Moura
ASCOM Capibaribe in Rock
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segunda-feira, 14 de novembro de 2016
ENTREVISTA: CALIBRE 765 (STA CRUZ DO CAPIBARIBE - PE)
Sempre marcando presença no Capibaribe in Rock, a Calibre é
uma das bandas mais tradicionais de Santa Cruz, com vários anos na estrada e
uma legião de fãs que se inspiram no trabalho dos caras. Nós batemos um papo
com Marcos Mota, guitarrista da banda e ele nos contou um pouco mais sobre o
tempo de estrada da Calibre e também sobre a apresentação no festival.
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| FOTO: CALIBRE 765/DIVULGAÇÃO |
CIR - A Calibre é
uma das bandas mais tradicionais do rock de Santa Cruz. Qual o sentimento de vocês ao saberem que muitas bandas novas
que vem surgindo na nossa cidade tem vocês como inspiração?
Marcos Mota: Isso é algo bom, já que
sabemos muito bem como é difícil fazer música autoral na nossa região. Então é muito gratificante ver
essa nova geração metendo a cara e fazendo suas próprias músicas, gravando, acreditando em seus sonhos.
Se de certa forma ajudamos nisso, então fizemos nosso papel.
CIR - Vocês já estão há
um bom tempo na estrada e fazem parte de muitas épocas do cenário alternativo da região. Como vocês avaliam esse
cenário atualmente?
Marcos Mota: Tem muita coisa boa rolando por
aqui, bons músicos e boas ideias. O negocio é correr atrás e mostrar o seu trabalho, a sua
arte, não esperar que façam por você aquilo que lhe cabe fazer. Música é arte,
mas também é um produto e precisa ser exposto, ser apresentado as pessoas. Então como artistas devemos levar
nossa arte ao máximo de pessoas possíveis. Não
adianta fazer uma boa música e deixá-la guardada na gaveta.
CIR - A banda tem
planos para gravação de material inédito? Se sim, tem alguma previsão para inicio das gravações ou até mesmo lançamento de algum
material?
Marcos Mota: Sim, nós estamos em processo de
gravação para lançarmos enfim
um álbum da Calibre. Mas não temos uma previsão
de lançamento, o processo irá durar
o tempo necessário para que fique do nosso
agrado. Sem pressa, tudo sairá no seu devido tempo.
CIR - Mesmo sendo
figura carimbada no Capibaribe in Rock, a Calibre continua lotando os shows e fazendo a galera bater muita cabeça. O que vocês esperam
desse ano?
Marcos Mota: Tecnicamente estamos em um dos
melhores momentos da banda, devido a pré produção do álbum. Então acredito que será uma ótima
apresentação, e com algumas novidades no repertório.
CIR - Quais são os
futuros projetos da Banda?
Marcos Mota: No momento o foco são as gravações.
Mas estamos compondo material novo também, o
fluxo de ideias está muito bom e vamos aproveitar esse bom momento ao máximo!
CIR - Mandem um recado para o público do Capibaribe in Rock.
Marcos Mota: Nós convidamos todo o público
roqueiro da nossa cidade e região (já que nossos amigos de Surubim e Taquaritinga
são figurinhas carimbadas por aqui) à virem prestigiar as duas noites do Capibaribe
in rock desse ano e se divertirem ao máximo. Parafraseando Neil Young: Rock and roll can never die!
Entrevista: Jorge Luis
Edição/Finalização: Priscila Moura
ASCOM Capibaribe in Rock
Marcadores:
alternativo,
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